Visto D1 (trabalho subordinado)
Informação de caráter geral, não constitui aconselhamento jurídico. As regras mudam.
Atualizado em 2026-06-21
O que acontece a seguir. Informação de caráter geral, não constitui aconselhamento jurídico. As regras mudam.
O Visto D1 destina-se a cidadãos não comunitários com oferta de emprego válida de uma entidade empregadora portuguesa. O salário mínimo exigido é o salário mínimo nacional — €920/mês bruto em 2026. O processo implica intervenção prévia do empregador: publicação da vaga no IEFP e obtenção de autorização favorável (30 a 60 dias). Profissões em lista de escassez de mão de obra beneficiam de procedimentos IEFP simplificados.
Os documentos necessários incluem: contrato de trabalho assinado, autorização favorável do IEFP, comprovativos de habilitações e experiência (apostilados quando necessário), certificado de registo criminal apostilado (emitido nos últimos 90 dias), passaporte válido, prova de alojamento em Portugal e seguro de saúde. Todas as candidaturas são presenciais no VFS Global. O processamento consular demora tipicamente 60 a 90 dias.
Após a entrada em Portugal com o visto D1, o trabalhador comparece na AIMA para formalizar a autorização de residência. O prazo total incluindo a fase IEFP é geralmente de 3 a 5 meses. O primeiro título tem validade de 2 anos, renovável mediante manutenção do vínculo laboral ou demonstração de nova relação de emprego.
O regime mudou com a Lei 61/2025. Verifique sempre a situação atualizada com um advogado antes de iniciar.
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