Visto D7 (rendimentos próprios / reforma)
Para pensionistas, rentistas e quem tem rendimentos passivos regulares. Mínimo €920/mês em 2026.
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Direito da Imigração em Portugal
Acompanhamento personalizado em todas as fases do seu processo — do visto à nationalidade. Informação de carácter geral; não constitui aconselhamento jurídico.
Para pensionistas, rentistas e quem tem rendimentos passivos regulares. Mínimo €920/mês em 2026.
Saber mais →Para empreendedores, empresários e prestadores de serviços independentes que pretendam exercer atividade em Portugal.
Saber mais →Para profissionais altamente qualificados: TI, investigadores, médicos e executivos. Isento de teste de mercado de trabalho.
Saber mais →Para trabalhadores com oferta de emprego de empregador português. Requer autorização prévia do IEFP.
Saber mais →Para trabalhadores remotos ao serviço de entidades não portuguesas. Requisito de €3.680/mês em 2026.
Saber mais →Para profissionais altamente qualificados à procura de emprego especializado em Portugal. Validade de 120 dias (prorrogável a 180).
Saber mais →Para estudantes, investigadores, estagiários e voluntários. Permite trabalho a tempo parcial (até 20h/semana) durante o período letivo.
Saber mais →Para trazer cônjuge, filhos e familiares dependentes para Portugal. A AIMA tem 9 meses para decidir.
Saber mais →Nacionalidade portuguesa após 7 anos (UE/CPLP) ou 10 anos de residência legal. Prazos alterados pela Lei Orgânica 1/2026.
Saber mais →Após 3 anos de casamento ou união de facto com cidadão português. Não requer residência mínima em Portugal.
Saber mais →Para crianças nascidas em Portugal. Requer 5 anos de residência de um dos pais (ou frequência do sistema de ensino).
Saber mais →Autorização de Residência para Investimento. Via imobiliária abolida. Fundos de investimento qualificados a partir de €500.000.
Saber mais →Renovação online através do portal da AIMA. Pode iniciar 90 dias antes da caducidade. Taxa ~€121.
Saber mais →Após 5 anos de residência legal contínua. Elimina renovações frequentes. Cartão válido por 5 anos, renovável indefinidamente.
Saber mais →Para cidadãos do Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique e outros países da CPLP. Atenção: Lei 61/2025 alterou as regras de entrada.
Saber mais →Para cidadãos da UE, EEE e Suíça. Registo obrigatório após 3 meses de residência. Gratuito e simplificado.
Saber mais →Impugnação de decisões da AIMA: recusas, cancelamentos e não renovações. Recursos administrativos e judiciais com prazo de 15 dias.
Saber mais →Defesa em processos de expulsão e afastamento coercivo. Recurso com efeito suspensivo — urgência máxima, não aguarde.
Saber mais →Os vistos de residência mais comuns são o D7, para quem tem rendimentos próprios ou pensões; o D8, para nómadas digitais e trabalho remoto; os vistos de trabalho, para quem tem contrato ou promessa de contrato; o visto de estudo; e o reagrupamento familiar, para se juntar a um familiar já residente. Existe ainda o ARI/Golden Visa, por investimento. O visto certo depende do seu objetivo e dos seus rendimentos. Em regra, o pedido começa no consulado português do país de residência.
Informação de caráter geral, não constitui aconselhamento jurídico. As regras mudam. · Atualizado em 2026-06-23
O visto D7 destina-se a quem vive de rendimentos próprios — pensões, rendas, dividendos, propriedade intelectual ou aplicações financeiras. Exige-se um rendimento estável e regular, de valor pelo menos igual ao salário mínimo nacional (em 2026, 920 € por mês), com acréscimos por cada familiar a cargo. É também necessário abrir conta num banco português e comprovar alojamento em Portugal. Os valores de referência são atualizados anualmente, por isso confirme sempre os montantes em vigor.
Informação de caráter geral, não constitui aconselhamento jurídico. As regras mudam. · Atualizado em 2026-06-23
O processo do visto D7 tem duas fases e o prazo total depende de vários fatores:
1.ª fase — Consulado: O pedido de visto de residência é apresentado no consulado português do país de residência. O prazo legal de decisão é de 60 dias, mas na prática varia muito consoante o consulado e a carga de trabalho. Alguns consulados decidem em poucas semanas; outros demoram vários meses.
2.ª fase — AIMA (em Portugal): Depois de entrar com o visto, tem de formalizar o pedido de autorização de residência junto da AIMA. O agendamento e o processamento pela AIMA têm também tempos variáveis, podendo levar vários meses adicionais.
No total, é prudente contar com 6 a 12 meses (ou mais) para todo o processo, dependendo do consulado e da situação da AIMA. Os prazos mudam — confirme sempre a situação atualizada antes de planear a sua mudança.
Informação de caráter geral, não constitui aconselhamento jurídico. As regras mudam. · Atualizado em 2026-06-21
O visto D8 destina-se a quem trabalha remotamente para empregadores ou clientes fora de Portugal, por conta de outrem ou como independente. O requisito principal é comprovar um rendimento médio, nos últimos três meses, de pelo menos quatro vezes o salário mínimo (cerca de 3.680 € por mês em 2026). É também necessário comprovar residência fiscal e o vínculo profissional. Permite depois pedir a autorização de residência junto da AIMA.
Informação de caráter geral, não constitui aconselhamento jurídico. As regras mudam. · Atualizado em 2026-06-23
O Golden Visa / ARI (Autorização de Residência para Investimento) continua a existir, mas a via do imobiliário foi abolida em outubro de 2023. As opções atuais incluem, entre outras, fundos de investimento qualificados a partir de 500.000 €.
Quanto aos prazos, o processo da ARI é tipicamente mais longo do que outros tipos de residência. Após a submissão do pedido, a AIMA tem um prazo legal para decidir, mas na prática os processos de ARI têm demorado 1 a 2 anos ou mais dado o volume de pedidos pendentes e a complexidade da verificação dos investimentos.
Adicionalmente, a Lei Orgânica 1/2026 (em vigor desde 19-05-2026) aumentou os prazos de residência necessários para a naturalização. O ARI não foi alterado nestas regras mas o caminho para a nacionalidade ficou mais longo para novos titulares.
Dada a complexidade e os valores envolvidos, este processo requer acompanhamento jurídico especializado desde o início.
Informação de caráter geral, não constitui aconselhamento jurídico. As regras mudam. · Atualizado em 2026-06-21
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